XIII Congresso Nacional dos TSD

Durante dois dias, os Congressistas tiveram a oportunidade de debater as suas ideias e as suas convicções.
A sessão de encerramento contou com uma presença especial, a de Pedro Passos Coelho, que desde que tomou posse como Primeiro-Ministro, nunca falhou acontecimentos importantes dos TSD, incluindo os tradicionais almoços/reuniões do 1º de Maio.
Assim, Passos Coelho esteve presente e foi com convicção que afirmou, perante todos, a disponibilidade do Executivo em matérias de concertação social: “Digo hoje perante o País, que o Governo está disponível para aprofundar o esforço de concertação (...) de modo a trazer para cima da mesa a discussão da melhoria do salário mínimo nacional e a revisão do que tem a ver com as condições da negociação colectiva”, disse.
Pedro Passos Coelho não deixou de realçar os resultados que Portugal tem obtido em relação aos juros da dívida pública portuguesa. Aliás, o que o País tem conquistado nesta matéria era algo que não era atingido já há quatro décadas: “Não vale a pena fazermos de conta que não sabemos qual é a situação que temos nem sempre à procura de expedientes. Nós sabemos que reduzimos a factura dos juros aquilo que é possível e, mais do que isso, sabemos que são juros historicamente baixos para Portugal. Há mais de quarenta anos que Portugal não pagava juros tão baixos”, revelou.
O Presidente do PSD também assegurou que, porsua vez, estamos cada vez mais perto de atingirmos a independência financeira:
“Está nas nossas mãos fazer o caminho da redenção de que o País precisa”, afirmou.
Digo hoje perante Portugal, que o Governo está disponível para aprofundar o esforço de concertação (...) de modo a trazer para cima da mesa a discussão da melhoria do salário mínimo nacional e a revisão do que tem a ver com as condições da negociação colectiva”.
O Primeiro-Ministro disse que o Governo “está disponível para fazer concessões”, acrescentando que aguarda também que a mesma disponibilidade seja manifestada pelos parceiros sociais. “Precisamos de mostrar uma grande abertura para esse diálogo, na medida em que isso só reforça as condições de confiança da nossa recuperação enquanto país e, portanto, beneficiamos todos”.
O Governo não pode abdicar de alguma negociação que já foi feita, “nomeadamente a propósito de portarias de extensão, admitindo que há algum trabalho a fazer a esse nível”.
“Iremos mediar essa negociação entre os parceiros na Concertação Social. Teremos toda a abertura para poder dizer aos portugueses, aos nossos credores e àqueles que possam investir em Portugal no futuro, que somos capazes, sem segundos programas e condicionalidades impostas pelo exterior, de ceder alguma coisa, para darmos um horizonte de estabilidade no médio prazo que nos permita atrair mais confiança e investimentos”.

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