Fim da Suspensão do cargo de Secretário-Geral dos TSD

Nesta ocasião em que cesso a função de SEE gostaria de partilhar 
convosco que me senti profundamente honrado, quer por ter sido 
convidado inicialmente para o exercício dessa mesma função, quer pela 
renovação da confiança para ser reconduzido ao cargo, convite esse que 
declinei pelos motivos que de seguida aqui exporei. 
 
Em termos pessoais, sem falsas modéstias, o trabalho que desenvolvi a 
nível sindical, parlamentar e à frente da estrutura dos TSD, e que 
estiveram na base da escolha inicial, pesaram igualmente na minha 
decisão por entender que poderia dar um contributo positivo na pasta do 
Emprego. 
 
Ao longo de seis meses a minha ação governativa centrou-se, sobretudo, 
na Concertação Social e na manutenção do núcleo essencial dos Parceiros 
Sociais em torno do Compromisso Tripartido assinado em Janeiro de 2011 
mas também no desenho da renovação e simplificação das Políticas Ativas 
de Emprego.  
 
É pois nesta sequência de experiências e trabalho desenvolvido que 
afirmo a importância que julgo ter tido a minha passagem pelo Governo 
no que concerne à nossa estrutura, isto é aos TSD. Para além de ter sido 
um reconhecimento claro da relevância da estrutura foi importante para a 
divulgação pública da mesma. De facto, do ponto de vista da comunicação 
social e da opinião pública, existia algum desconhecimento da estrutura, 
situação que se alterou qualitativamente com o facto de ter integrado o 
Governo como SEE. 
 
Seis meses decorridos e perante o honroso convite para recondução ao 
cargo como SEE, quer por parte do Presidente do PSD e Primeiro-Ministro, 
quer por parte do Ministro da Segurança Social, Solidariedade e Emprego, 
entendi que, desta vez, não poderia aceitar. 
 
Pesaram nesta decisão motivos pessoais que envolvem a estrutura dos 
TSD. 
 
Por um lado, sei em sã consciência que dei o meu contributo possível no 
sentido de bem servir o Estado e a Nação, no âmbito da pasta para a qual 
fui indigitado. Por outro lado, considerei e considero, que este era o 
momento para regressar em plenitude à liderança dos TSD por forma a 
ajudar a nossa estrutura na sua missão permanente de implementação no 
mundo sindical onde se insere, seja ao nível da UGT, seja do sindicalismo 
independente.
 
De igual modo penso ser este o momento adequado para 
ombrearmos com o PSD no combate eleitoral autárquico que se avizinha. 
Estou convencido de que serei mais útil, neste momento, aos TSD, ao PSD 
e ao Governo, fora do Executivo mas liderando plenamente a nossa 
estrutura laboral. É uma convicção profunda e por isso tomei esta decisão. 
Gostaria também nesta ocasião de deixar uma palavra de apreço ao novo 
SEE, Octávio Oliveira, e desejar-lhe os melhores sucessos na condução das 
políticas de emprego e na Concertação Social.  
 
Contactei muito de perto com ele, nas suas funções de presidente do 
Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), e habituei-me a 
admirar o seu trabalho e a apreciar o seu rigor técnico e sensibilidade 
política pelo que estou em condições de afirmar que a escolha de Octávio 
Oliveira para assumir funções como SEE, foi óbvia e correta. 
 
Ciente de que os TSD são hoje, e cada vez serão mais, determinantes no 
PSD e no país, conto com o vosso companheirismo neste período difícil da 
nossa História coletiva. Assim, Contarei convosco para uns TSD com mais 
peso, maiores e mais prestigiados. 
 
Contém comigo. 
 
O Secretário Geral 
 
Pedro Roque 

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