TSD Açores criticam novas medidas, mas reconhecem a sua necessidade

“Os TSD/Açores, enquanto consciência social do PSD, não podem deixar de expressar publicamente a sua discordância com as medidas de austeridade anunciadas pelo Governo da República”, afirmou Joaquim Machado, numa conferência de imprensa em Ponta Delgada.
 
Para Joaquim Machado, “é preciso impedir, com firmeza e nobreza, que sejam os trabalhadores e os pensionistas, nomeadamente os que auferem baixos rendimentos, a suportar os maiores sacrifícios que hoje se exigem aos portugueses”, acrescentando que “chegou a hora de cumprir as metas com recurso a outros meios e outros setores da sociedade e da economia nacionais”.
 
O presidente dos TSD/Açores considerou que a atual situação, além da crise internacional, resulta também da “incompetência e do desregramento da governação socialista de José Sócrates, que acentuaram a fragilidade das finanças públicas” portuguesas.
Joaquim Machado assegurou que, “em nenhum instante”, esta estrutura autónoma do PSD “vacilará na defesa intransigente dos Açores e da prerrogativa da região em decidir os seus próprios destinos”, frisando não recear colocar o PSD/Açores numa posição difícil já que está a “defender princípios”.
 
Relativamente às eleições regionais de outubro, Joaquim Machado manifestou a convicção de que se vão traduzir numa “verdadeira mudança política na região”, já que “(Carlos) César e (Vasco) Cordeiro, amigos e camaradas de Sócrates, não podem ser parte da solução, quando foram a razão do problema”.
“É preciso apostar com convicção na verdadeira mudança e alternativa que o PSD corporiza com Berta Cabral”, afirmou, referindo-se à líder do PSD/Açores e candidata à presidência do Governo Regional.
 
Autor/Fonte: Lusa

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